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Última Actualização: | Sem Comentários

Sem Comentários

  1. laura vieira | 20 de Abril de 2008, às 20:32

    Nesta data já vários doentes foram referenciados a unidades da RNCCI(Convalescença e Média Duração. Seria importante a UM ter esses dados disponíveis, assim como os ganhos de saúde obtidos.

  2. Rui Frias Teixeira | 11 de Junho de 2008, às 6:08

    O número de óbitos de 45, 46 e 46 – Centro entre 2004 e 2006- com a taxa da Mortalidade Infantil (M.I.) a subir indicam menos nado vivos (NV). Também parecem indicar que se atingiu o melhor valor de 2,9 por mil NV (média dos 3 anos). De lembrar que este modelo de organização de cuidados surgiu na região Centro, com Torrado da Silva, a partir de 1988-89. Só a partir de 2002 é que as maternidades de Coimbra oferecem ventilação mecanica convencional. O recurso ao surfactante, ao corticoide, ao transporte “in útero” e o INEM melhoraram os resultados. Provàvelmente este modelo atingiu o seu melhor. Mantendo iguais as condições sociais, espero quea taxa de M.I. em 2007 e 2008 não ultrapasse a da Suécia em 2004 (3,1 por mil).
    Rui Teixeira, 11/06/2008

  3. Francisco Santos | 16 de Junho de 2008, às 18:08

    Parabenizo a todos que com seu esforço conseguiram diminuir em 50% os indices de CPOD de Portugal.
    Se tiverem mais informações sobre estes indices aos 12 anos dos paises europeus e puderem me enviar ficarei grato
    Um abraço
    Francisco Santos (Cirurgião Dentista)

  4. m. manuela | 21 de Agosto de 2008, às 5:31

    Que se incremente e se divulgue , políticas de educação para a restrição do consumo de alcool(âmbito familiar e público), e as adequem , regionalmente

  5. graciela.simoes | 2 de Outubro de 2008, às 2:10

    Este indicador, que deixou de ser utilizado teria sido excelente, como todos os indicadores, quando servem o objectivo de análise e discussão ou para serem alterados quando não medem o que devem medir e cumprir o propósito de instrumento de gestão.
    No entanto, não servem para qualquer análise ou proposito a existência de indicadores quando os critérios entre os Centros de Saúde para a construção desses indicadores são diversos e não são discutidos os seus resultados.

  6. Rosalia Marques | 13 de Outubro de 2008, às 0:50

    Seria interessante conhecer o numeros de enfermeiros especialistas de saude materna e Obstétricia por habitantes do sexo femenino.

  7. An Sofia | 14 de Outubro de 2008, às 3:19

    A informação é muito interessante e pertinente. Penso apenas que a definição de baixo peso (<2500g)deveria surgir logo no título da página, como acontece na página em inglês, se possível com maior relevo ainda.

    Cumprimentos,

    Ana Sofia Carrapa

  8. graciela | 24 de Outubro de 2008, às 12:36

    Trata-se de um indicador que não respeita nenhum dos critério que caracterizam a qualidade de um indicador. Quando se menciona equipa não são defenidos parametros de caracterização e a mesma tanto pode ser constituida por um como por vários elementos ou pseudo-elementos.

  9. Florentino Serranheira | 12 de Novembro de 2008, às 5:26

    Caros Srs.

    Na minha opinião era igualmente interessante ter uma padronização da mortalidade efectuada pelo número de trabalhadores, quer a nível nacional, quer a nível regional. Os resultados seriam certamente diferentes e mais elucidativos da realidade.
    Com os melhores cumprimentos,

    Florentino Serranheira

  10. olinda casimiro | 21 de Novembro de 2008, às 4:38

    em anos anteriores quando era detectado sifilis em gravidas ou puerperas no internamento hospitalar tratava-se a mulher e o seu contacto sexual no proprio hospital
    hoje por questões de custos isso não é feito e e como se calcula trata-se a mulher e sugere-se que o contacto se vá tratar e isso não acontece porque ele não tem sintomas
    temos que repensar a verdadeira questão dos custos

  11. Manuela Maria Morais Rodrigues | 21 de Novembro de 2008, às 6:37

    Parece-me que efectivamente os ganhos em saúde não se podem restringir aos nº de consultas médicas, é fácil com as ferramentas que temos conseguirmos enunciar os indicadores se falarmos de consultas médicas , taxas de mortalidade, natalidade, morbilidade, mas passando a falar de ganhos em saúde tendo por base o ganho em conhecimentos do nosso cliente/ Utente, a capacidade do utente passar a gerir a sua condição de saúde , apartir de um plano de intervenção de um profissional fica dificil. Temos que pensar num sistema nacional de monitorização de todos os programas de saúde( ex: diabetes, hipertensos. saude materna, infantil…)que nos permitam à semelhança do modulo vacinação SINUS, sabermos onde estamos para onde queremos ir, senão corremos o risco de nunca lá chegar.

    Os Enfermeiros portugueses precisam de uma “fita métrica”, que permita monitotizar os programas de saude nos cuidados de saúde primários.

    Só assim podremos falar de: Ganhos em Saúde, efectividade, eficiência e mais tarde epidemiologia.

  12. Cristina Monis | 27 de Novembro de 2008, às 5:06

    Na minha opinião, este indicador é muito valido, dado o seu poder preditivo quanto tensão do papel do cuidador informal. Claro, não se trata de uma causa/efeito, mas, atendendo aos “achados” científicos na área: baixa escolaridade, pobreza, niveis de dependência elevados poderão contribuir para o fenómeno da violência contra idosos,então, este indicador poderá ajudar a “detectar” casos de risco (famílias de risco) de forma preventiva.

  13. André Biscaia | 2 de Dezembro de 2008, às 11:41

    Óptima iniciativa, mas deveria ser possível obter os dados em bruto – este e os outros – por ex numa folha excell para quem os queira trabalhar de outro modo.

  14. André Biscaia | 2 de Dezembro de 2008, às 11:44

    Seria desejável que estivesse disponível o conceito que se usou de médico de família (só especialistas em MGF?).

  15. JOSE LUIS NUNES | 10 de Dezembro de 2008, às 7:08

    Acho muito importante toda esta informação e a melhoria alcançada mas como posso saber dos ilheus nomeadamente da Região Autonoma da Madeira?

  16. Conceição Cocco Martins | 29 de Dezembro de 2008, às 9:44

    Era bom que houvesse dados.Temos de aprender a usar a net como deve ser para recolha não burocratizada dos dados

  17. RAQUEL NUNES | 8 de Fevereiro de 2009, às 13:10

    Idependentemente de perceber o porque do não á cesariana tambem acho que cada uma de nós tem o direito de escolher como ter o nosso filho.Entao se é um direito porque é ele tão desrespeitado nos hospitais portugueses?Fica a questão em aberto , pois nunca terei uma resposta que me satisfaça.

  18. Ricardo Ribeiro | 10 de Fevereiro de 2009, às 13:34

    Portugal está de parabéns pelo valor já atingido em 2006!

    Em relação ao Algarve, ainda há muito a fazer… Há que ter em conta a variação da população, diminuição do número de médicos de família, o menor número de enfermeiros/100 mil habitantes. Tem ainda o menor rácio de primeiras consultas/ano…

    Somando a estes factores, o facto de não haver rastreio organizado e sistematizado para detecção precoce de cancro do colo do útero leva a que o Algarve tenha o pior desempenho de Portugal, superando em 2006 (4,2/100 mil) em 105% o valor médio nacional (2,0/100 mil).

  19. Isabel Santos | 17 de Fevereiro de 2009, às 13:40

    Os comentários surgem-me sob a forma de perguntas:
    -Podemos saber algo sobre a Relação entre número de consultas/ano/MGF e esperança de vida ou qualidade de vida ou ainda mortalidade?
    - Existe alguma relação com PIB/pobreza/escolaridade?

    Com os melhores cumprimentos

  20. Gabriel | 17 de Fevereiro de 2009, às 23:44

    Gostaria de saber qual é o indicador sobre o consumo de alcool

  21. paulina simão | 4 de Março de 2009, às 15:00

    eu acho que a situação melhorou bastante doque os anos anteriores

  22. M. Guimaraes Rocha | 23 de Março de 2009, às 18:35

    É pena nao termos descriminado o tipo de veículo (2/4 rodas com ou sem, necessidade de carta de condução),pesados,peões, idade do codutor, da vítioma,etc.Atendemdo a que estes factos são registados,OBRIGATORIAMENTE,pelas polícias parece uma situação solúvel.Então teremos possibilidade de tirar várias conclusões, que podem ir do tipo do veículo aos factores psico sociais que o acompanham.

  23. André Biscaia | 31 de Março de 2009, às 15:41

    A divisão dos enfermeiros pelos cuidados de saúde primários e pelos cuidados hospitalares (à semelhança dos médicos) seria de muito interesse

  24. André Biscaia | 31 de Março de 2009, às 15:54

    Formulado como está este indicador “Nº de médicos
    especialistas inscritos na Ordem” podem estar aqui incluídos médicos especialistas em MGF e não só hospitalares. Também estão neste número méd já reformados ou ausentes de Portugal. Seria interessante e ter adicionalmente através da lista dos vencimentos do ACSS (como conseguiram para os Méd de Fam)a lista dos médicos dos cuidados hospitalares e dos CSP assim como dos enfermeiros. Já agora, era ainda mais interessante ter também o número de horas em cada grupo para além do número de profissionais. Gostava de ver também dados sobre os técnicos de saúde

  25. Silvana Marques | 9 de Junho de 2009, às 16:41

    Penso que estamos todos de parabéns, pais, profissionais de saúde, educadores, comunidade e principalmente as nossas crianças. De 2001 a 2007 a mortalidade nas crianças dos 1 aos 4 anos diminui 51,7 %. Muito foi feito no âmbito da promoção da saúde e prevenção da doença, mas muito mais pode ser feito! Lutemos juntos por elas… AS NOSSAS CRIANÇAS.

  26. António Nabais | 11 de Junho de 2009, às 16:03

    Sugeria a realização de estudo para acesso a estes dados, fundamentais para a avaliação do PNS, que está a terminar e necessita ser pensada a sua repercursão.Outros indicadores necessitam ser pensados após 2010.
    Solicito a realização através do recurso às Instituições de Ensino Superior da àrea da saúde (Enfermagem, Medicina)que realizam investigação, articulação com as respectivas Ordens Profissionais.

  27. António Nabais | 11 de Junho de 2009, às 16:04

    Sugeria a realização de estudo para acesso a estes dados, fundamentais para a avaliação do PNS, que está a terminar e necessita ser pensada a sua repercursão.Outros indicadores necessitam ser pensados após 2010.
    Solicito a realização através do recurso às Instituições de Ensino Superior da àrea da saúde (Enfermagem, Medicina)que realizam investigação, articulação com as respectivas Ordens Profissionais.

  28. António Nabais | 11 de Junho de 2009, às 16:04

    Sugeria a realização de estudo para acesso a estes dados, fundamentais para a avaliação do PNS, que está a terminar e necessita ser pensada a sua repercursão.Outros indicadores necessitam ser pensados após 2010.
    Solicito a realização através do recurso às Instituições de Ensino Superior da àrea da saúde (Enfermagem, Medicina)que realizam investigação, articulação com as respectivas Ordens Profissionais.

  29. Manuela Felício | 15 de Junho de 2009, às 13:57

    Gostaria de chamar a atenção para o Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoactivas na população (15-64 anos) geral (IDT- Balsa,C. et al, 2001 e 2006)como possível fonte de dados, que apresenta dados relevantes ao nível das NUTS I e II, podendo-se já comparar a situação observada em 2001 com a observada em 2006.
    Para uma população e grupo etário mais restritos (adolescentes escolarizados),chamo a atenção para o Inquérito Nacional em Meio Escolar (IDT – Feijão,F., 2001 e 2006)

  30. Miguel Fernandes | 12 de Julho de 2009, às 19:42

    Existe alguma confusão entre crises de ansiedade e pânico com depressão.

  31. Suzete Costa | 16 de Julho de 2009, às 21:05

    O crescimento absolutamente notável do número de farmacêuticos entre 2000 e 2007 deve-se, fundamentalmente, ao sector das Farmácias, conforme comprova o Relatório da Evolução dos Recursos Farmacêuticos empregues pelo sector das Farmácias nos últimos 10 anos realizado pelo CEFAR com base nos dados da Ordem dos Farmacêuticos. No final de 2008, o número de farmacêuticos empregue pelo sector das Farmácias era 6943, tendo crescido 7,98% em relação ao período homólogo.

  32. Pedro Martins | 20 de Julho de 2009, às 13:53

    Excelente informação. Obrigado por partilharem.

  33. sandrina sousa | 12 de Outubro de 2009, às 22:37

    O envelhecimento activo é fundamental para a prevenção de uma cascata de novas doenças emergentes da imobilidade.
    Entendo por envelhecimento activo, a promoção da actividade física no idoso, ou seja, as diferentes e variadas formas de prevenir a imobilidade física e psíquica,como sejam a depressão e o alectoamento.
    Penso que, neste terreno, muito podem fazer as UCC, pois a elas compete a área da prevenção.
    Bem hajam.

  34. sandrina sousa | 12 de Outubro de 2009, às 22:54

    Como podemos verificar pelos gráficos acima, as doenças cerebrovasculares quase duplicaram entre 2006-2008, e podemos igualmente depreender que urge uma intervenção mais vocacionada para a reabilitação destas pessoas (vítimas de AVC), bem como para a promoção de estilos de vida mais saudáveis.
    Os enfermeiros especialistas em reabilitação estão habilitados para este desafio que urge e precisa ser remediado.
    Gostaria de ter a certeza que, qualquer que fosse a pessoa vítima de AVC, esta teria a possibilidade de ser cuidada em casa (no seu lar) rodeada dos seus entes queridos, e aí serem executados os exercícios de reabilitação tanto à pessoa como à família.
    Não tenho dúvidas de que a sua recuperação teria mais qualidade e seria mais breve.
    Penso que no fundo é assim que eu gostaria que os meus entes queridos fossem cuidados ou até eu própria.

  35. Aurora Tomaz | 17 de Outubro de 2009, às 20:32

    Seria interessante na avaliação da mortalidade por acidentes de viação a discriminação entre a ocorrida no imediato e após internamento hospitalar. A existência de planos de abordagem pré e intrahospitalar para o traumatizado deverão ser igualmente incluídos na análise

  36. Maria José Sá | 4 de Novembro de 2009, às 23:12

    Estes dados sobre a mortalidade por AVC antes dos 5 anos são importantes.

    Mas eu gostaria de saber também a taxa de mortalidade global por AVC.

    Será que me podem fornecer esses valores?

  37. maria horta | 6 de Novembro de 2009, às 8:54

    Constato, com agradável surpresa, a defesa feita pela Senhora Alta Comissária da Saúde, no que diz respeito à monitorização e correcção de desvios do Plano Nacional de Saúde, implementado há nove anos, e que, salvo melhor opinião, fica muito aquém do lema:”nascer com saúde, crescer com segurança, uma juventude à procura de um futuro saudável, uma vida adulta produtiva e um envelhecimento activo”. É, pois, com agrado, que registo a informação actualizada a 4 e 5 de Novembro, disponível sobre cancro da mama feminina, que contempla já informação sobre taxas de rastreio dos cancros da mama feminina, colo do útero e cólon/recto e valor percentual de sobrevivência aos 5 anos por cancro nos casos atrás referidos.O mesmo não se dizer relativamente à taxa de consulta/internamento por depressão, capacidade de reconhecimento pelos clinicos gerais e proporção de custos indirectos e directos na depressão, tendo em conta que Portugal registava, em 2007, um taxa de consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos no SNS, em ambulatório DDD/1000 hab./dia de 147,2, sendo que, no Alentejo, esta taxa ascende a 168,9, o que é francamente inquietante.
    Subscrevo comentário anterior no sentido de envolver instituições de ensino superior e ordens profissionais no desenvolvimento de trabalho, no sentido de compreender, em termos gerais, mas sobretudo no que concerne ao Alentejo, o porquê de taxas tão elevadas e agir, ao nível preventivo, nomeadamente através de correcto diagnóstico e encaminhamento para especialidades respectivas.
    Muito gostaria de ter feed-back ao meu comentário, dado que resido na região do Alentejo, foi-me diagnosticado carcinoma ductal da mama,faço, actualmente quimioterapia adjuvante, pré-cirúrgia, e estou empenhada em perceber “o porquê das coisas” e em dar o meu contributo, enquanto cidadã e mulher, em prol da correcção dos erros, tanto mais que sou comproprietária de um jornal regional (Noticias Alentejo, mensário em papel e jornal on-line, com endereço http://www.noticiaselentejo.pt.), no qual pretendo publicar trabalho jornalistico relativo a cancro e depressão no Alentejo.
    Antecipadamente grata,
    Maria Horta

  38. Fábio | 17 de Janeiro de 2010, às 23:27

    Parabéns pela acessibilidade aos dados. Várias vezes necessito de dados estatisticos para o meu trabalho e saber que posso agora trabalhar com “a nossa realidade” é muito gratificante.

  39. Fábio | 17 de Janeiro de 2010, às 23:30

    Mais uma vez parabéns pela acessibilidade e demonstração de trabalho pelo grupo ROR-Sul.